Deputado Federal Coronel Chrisóstomo questiona ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega sobre práticas ilícitas no BNDES

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O Deputado Federal Coronel Chrisóstomo (PSL-RO), questionou o  ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega, sobre práticas ilícitas no âmbito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), durante a sessão na Câmara dos Deputados que investiga ilícitos praticados pelo banco.


Deputado Federal Coronel Chrisóstomo questiona ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega sobre práticas ilícitas no BNDES

Na ocasião, o parlamentar cobrou explicações do então ex-Ministro e ressaltou a importância de esclarecimentos para a população do Estado de Rondônia, a qual representa. O Deputado confrontou a realidade, onde menos de 5% da população do Estado, tem saneamento básico e o fato do dinheiro público brasileiro ter sido destinado a países totalitários e socialistas que agem em detrimento da própria nação. O Deputado também cobrou a falta da verdade, nas declarações políticas dos parlamentares. "Quase sempre é uma fala mansa, é uma fala mostrando pro povo que tudo estava maravilhosamente bem"


O Deputado também questionou se Guido Mantêga agiu em benefício das famílias bilionárias: "O senhor agia, em nome de algum partido? O senhor agia para atender estas famílias que se tornaram bilionárias, super bilionárias, com dinheiro do povo? Joesley Batista e tudo mais que é seu amigo! O senhor agia em questões partidárias? Eram vontades partidárias, que o senhor atendia? Era vontade do chefe maior? Responda para o povo por favor! Eles estão ansiosos para saber disso!".



Senhor Deputado, vou responder da forma tão direta quanto o senhor me colocou aqui. Havia roubos? Eu não sei, não presenciei nenhum roubo no BNDES, não posso afirmar  mais do que isso. Agi em nome da participação... de parte movimentos, amigos? Não! Eu sempre agi em favor do poder público! E a última questão, a mais importante, a dificuldade de Rondônia, a situação delicada, precária de Rondônia... O Brasil, eu quero lhe dizer o seguinte, na época em que eu fui Ministro da Fazenda, o Brasil melhorou muito, eu posso lhe dar dados, a região que mais crescerram, as regiões são Norte e Nordeste e Centro Oeste, cresceram mais do que o Sul e o Sudeste, isso é estatítica! A pobreza diminui, portanto os trabalhadores foram amparados. Havia comida nos pratos, o Bolsa Família, permitia que as crianças estudassem, houve um aumento.. eu tô lhe respondendo a minha opinião, a minha opinião. Então, se criou um cordão social importante, em que melhorou a condição de vida, diminuiu a pobreza, isso é estatítica, são milhões e milhões que saíram da pobreza, etc. Então, eu me sinto com a consciência limpa, por que o que nos fizemos neste período, foi à favor dos mais necessitados." (...)


A Câmara dos Deputados criou uma nova CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar irregularidades em contratos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) entre 2003 e 2015. 
O pedido de criação da CPI, feito por Vanderlei Macris (PSDB-SP), foi deferido pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no dia 21 de fevereiro. "Dentre os inúmeros escândalos ligados às administrações petistas da União, governos Lula e Dilma, já objeto de diversos inquéritos e processos nas mais diversas instâncias, avulta a utilização do BNDES para financiar empresas e grupos empresariais, até mesmo em atividades desenvolvidas em países estrangeiros, em evidente utilização dos recursos como moeda de troca a justificar tanto barganhas políticas potencialmente ilícitas quanto virtuais episódios de enriquecimento pessoal", diz o requerimento.


Segundo o texto, apesar de já terem sido feitas comissões para investigar o banco, "a situação política então vigente impediu que se abrisse a 'caixa preta' do BNDES e toda a utilização espúria da entidade"Em 2015, uma CPI foi instalada para investigar as supostas irregularidades no banco durante o mesmo período. O colegiado foi encerrado em 2016 sem que houvesse pedidos de indiciamentos. A CPI é a segunda a ter a instalação determinada na Câmara nesta legislatura. 
Da Redação
Cacoal NEWS


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